Fonte: Estadão Blue Studio 05.11.2025
Tecnologia, propósito e alta rentabilidade impulsionam o avanço do setor de energias renováveis no Brasil e tornam o modelo de negócio promissor
A energia solar no Brasil segue em plena expansão e tem se consolidado como um dos mercados mais promissores para novos empreendedores. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país ultrapassou a marca de 60 gigawatts (GW) de potência instalada em 2025, o que representa mais de 23% da matriz elétrica nacional. A combinação entre crescimento acelerado, incentivos regulatórios e busca por sustentabilidade tem atraído investidores e profissionais que desejam empreender com propósito e retorno financeiro consistente.
Mas antes de entrar neste segmento, é essencial entender que o sucesso depende de planejamento, conhecimento técnico e alinhamento com as tendências do setor energético. De acordo com Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de tecnologia em energias renováveis que oferece soluções voltadas para a geração de energia distribuída, empreender em energia solar é unir rentabilidade e impacto p ositivo. O mercado reúne diferentes possibilidades de atuação, desde a instalação de sistemas fotovoltaicos e manutenção até a comercialização de energia e projetos de geração compartilhada, voltados a condomínios, comércios, indústrias e ao agronegócio. O investimento inicial para abrir uma unidade, da Energy+, por exemplo, custa a partir de R$ 150 mil, com a previsão de um faturamento médio mensal que pode ultrapassar R$ 350 mil, dependendo do porte e região. “Trata-se de um segmento com alta escalabilidade, margens atrativas que cresce acima da média nacional, com um retorno que costuma ocorrer entre 6 e 12 meses, ao mesmo tempo que contribui para a descarbonização da economia e o uso mais racional dos recursos naturais”, explica Bourscheidt.
Entre os principais motivos que tornam o segmento atraente, estão o baixo custo operacional, a rápida expansão da demanda, impulsionada pelo mercado livre de energia e pela geração compartilhada, e o apoio de políticas públicas e incentivos fiscais. Além disso, a tecnologia fotovoltaica vem se tornando cada vez mais acessível, o que amplia o potencial de consumo em residências, comércios, indústrias e no agronegócio.
Para Bourscheidt, o momento é ideal para quem busca novas oportunidades. “O empreendedor que entende a importância da transição energética tem um campo vasto de atuação, desde a instalação e manutenção de sistemas até a comercialização de energia e desenvolvimento de projetos em parceria com cooperativas e empresas. O importante é investir em capacitação e buscar parcerias estratégicas que garantam qualidade e eficiência na entrega”, destaca o executivo.
Outro ponto fundamental é o compromisso com a sustentabilidade. Além de gerar economia e independência energética, o uso da energia solar contribui diretamente para a redução de emissões de CO2, sendo um pilar essencial na agenda ESG de empresas e investidores. “A energia solar é mais do que uma tendência, é uma necessidade global. Quem empreende nesse segmento está ajudando a construir um futuro mais limpo e sustentável”, conclui Bourscheidt.
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