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Fonte: CPG Click Petróleo 22.10.2025

Declarações divergentes entre diretores da ANEEL sobre possíveis cortes na geração distribuída de energia solar geram incerteza no setor elétrico e mobilizam o Congresso, que cobra esclarecimentos da Agência sobre os impactos da medida.

A recente divergência entre diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) acendeu um sinal de alerta entre investidores, consumidores e empresas do setor de energia solar no Brasil. As declarações opostas a respeito da possibilidade de corte na geração distribuída (GD) levantaram dúvidas sobre a segurança regulatória e o futuro do segmento, que é um dos principais pilares das energias renováveis no país.

O impasse começou após o diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, encaminhar ao Operador Nacional do Sistema (ONS) o Ofício nº 553/2025 – GDG/ANEEL, recomendando que a autarquia “realize o corte não só de carga, mas também de geração que acessa o sistema de distribuição”.

Entretanto, a diretora Agnes Costa defendeu publicamente uma postura mais cautelosa, afirmando que a questão ainda precisa ser analisada sob os aspectos técnicos e jurídicos antes de qualquer decisão definitiva.

Falta de consenso na ANEEL expõe preocupação sobre cortes na geração distribuída

A divergência interna evidencia uma falta de alinhamento dentro da ANEEL sobre um tema altamente sensível: a possibilidade de incluir pequenos geradores de energia solar fotovoltaica entre as medidas de curtailment, termo usado para descrever cortes de geração em momentos de necessidade de equilíbrio do sistema elétrico.

O ofício encaminhado por Feitosa afirma que “a prerrogativa encontra respaldo nos normativos e nos Procedimentos de Rede”, o que, na prática, abriria espaço para que distribuidoras interrompam a geração de consumidores e produtores conectados à rede, incluindo micro e minigeradores.

Essa interpretação, no entanto, é vista com preocupação por especialistas e representantes do setor, que alertam para os possíveis impactos econômicos e jurídicos. A incerteza sobre a legalidade e a aplicação da medida pode afetar milhares de investidores e famílias brasileiras que apostaram na energia solar como alternativa sustentável e financeiramente vantajosa.

Deputado Lafayette de Andrada cobra explicações da ANEEL sobre medida polêmica

O impasse chegou ao Congresso Nacional. O deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados, protocolou o Requerimento nº CD256956930300, convidando o diretor-geral da ANEEL a prestar esclarecimentos oficiais sobre o conteúdo e os fundamentos do Ofício nº 553/2025.

No documento, o parlamentar destaca que “não nos parece que seja a ANEEL o órgão que deva opinar, ratificar entendimento ou dirimir dúvidas sobre a legalidade de comandos do ONS”. A declaração reforça a necessidade de transparência e alinhamento institucional entre os órgãos do setor elétrico, especialmente em temas que envolvem a geração de energia solar e o acesso dos pequenos produtores à rede.

Mercado de energia solar pede segurança jurídica e estabilidade regulatória

O setor de energia solar, responsável por movimentar bilhões de reais e gerar milhares de empregos no Brasil, depende fortemente de previsibilidade regulatória para continuar crescendo. A falta de consenso dentro da ANEEL sobre o corte de geração distribuída preocupa empresas e consumidores, que temem um retrocesso nas políticas de incentivo às fontes limpas.

Além disso, o desencontro de informações gera insegurança para novos investimentos, em um momento em que o país busca ampliar a participação das energias renováveis em sua matriz. Analistas avaliam que o episódio evidencia a necessidade de harmonização entre ANEEL e ONS, garantindo clareza nas decisões que afetam a geração distribuída e o avanço da energia solar no Brasil.

 

Esta notícia não é de autoria da Novus Energia, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pela Novus Energia. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.

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