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Portal: STJ     04.08.2022

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O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Conselho da Justiça Federal (CJF), ministro Humberto Martins, visitou, nesta terça-feira (2), as instalações de usina solar que produzirá energia equivalente a 75% do consumo anual da corte superior.

Instalada a cerca de 30 km do centro de Brasília, a usina contará com oito mil painéis fotovoltaicos de última geração. A energia gerada será injetada na rede de distribuição do Distrito Federal, resultando em créditos para abatimento na fatura mensal do STJ. A iniciativa vai permitir a redução de gases nocivos ao meio ambiente e das despesas do tribunal com a conta de luz.
Ao descerrar a placa oficial da usina solar, o ministro Humberto Martins enfatizou a necessidade cada vez maior de uma postura ecologicamente responsável no âmbito do sistema de Justiça e da administração pública em geral.
"Estamos defendendo, em primeiro lugar, o planeta. Precisamos promover um meio ambiente saudável hoje e amanhã, para os nossos filhos e os nossos netos. É esse o Brasil que queremos", afirmou Martins.

Segundo o ministro, a atuação do STJ em favor do desenvolvimento sustentável é mais um exemplo do compromisso dos poderes da República e das instituições republicanas com a consolidação da democracia e da cidadania.

"De mãos dadas! Magistratura e cidadania! Juntos somos mais fortes: Brasil, magistratura e instituições democráticas pelo fortalecimento do Estado Democrático de Direito, com crescimento econômico e desenvolvimento social. Deus no comando!", declarou o presidente da corte.

Usina solar atende ao planejamento do STJ e à Agenda 2030 da ONU
Também estiveram entre os participantes da cerimônia o diretor-geral do STJ, Marcos Cavalcante, e o secretário de Administração, Luiz Antonio de Souza Cordeiro.

De acordo com o diretor-geral Marcos Cavalcante, a usina solar se encontra na fase de conclusão da ligação do sistema de geração de energia à rede de distribuição. Ele ressaltou que a instalação dos equipamentos ocorreu sem custos diretos para o STJ.

"O tribunal só vai pagar pela energia consumida e praticamente substituirá toda a sua matriz energética, com a troca pela energia fotovoltaica, uma das mais favoráveis para o meio ambiente", assinalou.

Ação pioneira entre os órgãos da administração federal direta, o aluguel da usina solar está previsto no planejamento da corte (Plano de Gestão 2020-2022) para a adoção de novo padrão energético, com fontes renováveis e não poluentes.

Além disso, a iniciativa integra o empenho institucional da atual gestão para o alinhamento do STJ aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

Esta notícia não é de autoria da Novus Energia, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pela Novus Energia. Para acessar a notícia em seu veículo original,clique aqui.

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