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Fonte: CNN Brasil - 23.05.2022

No Brasil, oferta dobrou em três anos e projeção espera que movimento se repita em outros quatro neste mês de maio, a energia solar fotovoltaica se tornou a segunda fonte de energia mais utilizada do mundo, atrás apenas da hidreletricidade.

O resultado é fruto de um crescimento acelerado: nos últimos três anos, a capacidade mundial dobrou, segundo dados do relatório “Global Market Outlook for Solar Power 2022-2026”, produzido pela SolarPower Europe, associação europeia do setor solar.

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O ritmo deve se manter acelerado. A capacidade instalada chegou a um terawatt, e a projeção é de que esse número volte a dobrar nos próximos quatro anos. Esse novo patamar representaria mais que a soma de consumo de Alemanha e França, as duas maiores economias europeias.

No Brasil, o cenário é diferente: embora siga em crescimento acelerado, a fonte solar é apenas a quinta da matriz energética e a terceira entre as renováveis, com 2,8% de participação, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Presidente do conselho da Absolar, Ronaldo Koloszuk explica que a energia solar é a mais barata das fontes e pode ser implementada mais rapidamente que as demais. O que falta, para ele, é que a fonte seja priorizada nos leilões de energia elétrica promovidos pela Aneel.

A energia solar custa 10 vezes menos que as térmicas e vem crescendo de maneira exponencial. Em pouco tempo ultrapassaremos a biomassa e, em menos de cinco anos, a energia solar será a segunda da matriz energética brasileira. E a Bloomberg projeta que, em 20 anos, seremos a primeira. É a fonte que cresce mais rapidamente no mundo”, explica.

Esses números, no entanto, não levam em conta a geração própria de energia solar em telhados e pequenos terrenos espalhados pelo país, que atingiu, em maio, um milhão de sistemas instalados, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Para Koloszuk, o primeiro milhão de sistemas instalados precisa ser comemorado, mas é um número ainda tímido para as dimensões do setor energético no país, 13º maior produtor solar do mundo. A China lidera o ranking.

“É muito comum que tenhamos o sistema instalado em um ou dois dias nos telhados, mas frequentemente as distribuidoras demoram de três a quatro meses para ligá-los às redes. É um problema generalizado. Seria muito importante que a Aneel tomasse providências e fizesse cumprir a lei, para que esses sistemas possam logo produzir energia limpa. Todos seriam beneficiados com isso”, conclui.

Questionada, a Aneel ainda não se manifestou sobre a queixa.

Esta notícia não é de autoria da Novus Energia, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pela Novus Energia. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.

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